sábado, 2 de abril de 2011

Porque a indecisão de sentimentos faz morada em mim.

"O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem." João Guimarães Rosa.

"Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo e que faço, não do tamanho que as pessoas me enxergam." Carlos Drummond de Andrade.

"(...) se eu não posso ser, eu fico imaginando (...)" 

“Não existe nada tão comovente - nem mesmo atos de amor ou ódio - como a descoberta de que não se está sozinho.”

sexta-feira, 1 de abril de 2011

"Mas a vida que habita em mim se resume às imagens armazenadas na minha memória. Somente imagens, cenas, filmes, vídeos. Mas é isso a vida, uma sucessão de imagens?" Morde & Assopra.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Se novela é o retrado da vida queria deixar claro apenas uma coisa: estou esperando que começem os sorrisos, a euforia, a paz, o amor mútuo e os beijos apaixonados na minha vida. Não no final, por que seria inútil, mas, no meio dela, ou quem sabe até um pouco antes, porque metade de mim é sombra, medo e a outra é vazio.

P.S.: Ti ti ti acabou, e a Marcela ficou com o Edgar. Não gostei da simplória declaração de amor dela. Queria que o Renato tivesse morrido e não ficado com outra pessoa, e que o Julinho e o Thales tivessem se beijado pra romper essa barreira do machismo global.

domingo, 13 de março de 2011

A vontade de morar fora do país me visitou novamente.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Another song

Por dias tristes eu tenho passado, aliás, me rastejado.
A única certeza é que dias piores virão, como sempre vem. É inevitável, assim como o sol nascer a toda manhã, pode ser que acorde encoberto, envergonhado, que passe dias sem mostrar o rosto, fantasiado por dias felizes, mas ele está lá e sei que cedo ou tarde ele aparecerá novamente.
Um dia de felicidade.
Cinco dias de medo.
E assim vou vivendo. Ou melhor, sendo vivido pelas músicas que ouço.
Pra não perder o ar, digo, o costume, a do momento:


                                  Sing it out, girl they're gonna kill what tomorrow brings
                                  You've got to make a choice
                                  Sing it out for the ones that'll hate your guts
                                  Sing it for the deaf
                                  Sing it for the blind
                                  Sing about everyone that you left behind
                                  Sing it for the world 
                                  Keep running!
Sing - My Chemical Romance

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Como se eu não pertencesse ao que vivo agora.
Como se eu não estivesse dentro de mim, e apenas vagasse num corpo diferente do que minh'alma realmente pertencia.
Gametas errados.
Sonhos distantes.
Como se eu fosse um alguém que eu não queria ser, que eu detestasse.
Como se apenas eu não fosse eu.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Sobre os morangos ora mofados

Terminei hoje de ler um livro que há muito tempo eu gostaria de ter lido, mas por falta do produto em mercado e a preguiça do não-conseguir-ler-no-computador-sem-acessar-outras-coisas, não havia tido antes a oportunidade  de tê-lo sequer começado. O fato é que eu o li. Li, reli páginas, histórias, parágrafos e marquei cada linha com a qual eu me identificava. Achei incrível e até desconfiei que ele havia escrito cada frase pra mim, devido ao nível de compatibilidade das frases com o meu eu interior. Diante de tudo o que aconteceu durante os dias em que eu o li, resolvi citar a seguinte parte:
 
"Meus dias são sempre como uma véspera de partida. Movimento-me entre as pontas como quem sabe que daqui a pouco já não vai estar presente. As malas estão prontas, as despedidas foram feitas. Caminhando de um lado para outro na plataforma da estação, só me resta olhar as coisas lerdo e torvo, sem nenhuma emoção, nenhuma vontade de ficar. As janelas abrem para fora, os bancos parecem-se aos bancos e os vasos foram feitos para se colocar flores em seu oco. As coisas todas se parecem a si próprias. Nada modificará o estar das coisas no mundo, e a minha partida ontem, hoje ou amanhã, não mudará coisa alguma. Cada coisa se parece exatamente com cada coisa que ela é. Assim eu próprio, me parecendo a mim mesmo, de um lado para outro, entre cigarros sem sabor, jornais sangrentos e a certeza de que o único fato que poderia deter minha partida seria a tua aceitação deste convite: não queres me ajudar a matá-lo?"


Pode alguém se identificar tanto com um livro assim?

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A única coisa pior do que perder um sonho, é vê-lo ser realizado por outro alguém.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

"Uma pessoa olhando para um celular que não toca - não há cena mais idiota. Os celulares foram justamente inventados para que ninguém precise mais ficar aguardando uma ligação ao lado do telefone." Fernanda Young.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Karyne, Eu, Kely e Bruno na virada do ano em Terra Boa.